Páginas

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O QUE É AQUILO?

ROTINA DA FÉ

O hábito de fazer as coisas sempre da mesma maneira tem amarrado a vida de muita gente. Seja na vida profissional, no casamento e até mesmo na fé.

Entretanto, não há rotina quando se vive mesmo pela fé, assim como não há rotina no casamento quando se ama de verdade.
A vida pela fé exige contínuo sacrifício, assim como, a vida a dois exige sacrifício de ambos.
Quando se vive pela fé, há dependência do Espírito de Deus; quando se depende dEle, se vive pela fé. O mesmo se dá em relação ao casamento. Quando se ama de verdade, há dependência mútua, há paz e harmonia, respeito, consideração e fidelidade.
Muitos têm usado a fé como ferramenta de conforto espiritual na hora da morte. Não de conquistas pessoais. Submetem-se aos fracassos por conta da “fé” nos sofrimentos da cruz, nas provações, no carma ou no destino. Ignorando as Promessas Divinas se deixam levar por esses sacrilégios sem questionar.
Quem tem o Espírito de Deus é revoltado contra as injustiças e mazelas desse mundo, e jamais confortado, consolado ou  acomodado com elas.
Blog Bispo Macedo

terça-feira, 16 de julho de 2013

E Deus escolheu os fracos para confundir os fortes

O SENHOR E O SERVO

Para que se tenha uma ideia apropriada do relacionamento entre o Senhor Jesus e os Seus servos é preciso voltar às origens do relacionamento humano entre os senhores e os seus servos.

Desde os tempos mais remotos, a única diferença entre o servo e o animal de carga era que um possuía razão e o outro não. De fato, a pessoa serva ou escrava não tinha a livre disposição da sua própria personalidade e bens. Ela não tinha nem o mínimo direito de expor ao mesmo a sua personalidade, quanto mais satisfazer aos seus caprichos.
Naqueles tempos, havia várias formas de se impor às pessoas a condição de escravas ou ser­vas. As mais comuns eram:
Primeiro – Através da compra. Os servos eram adquiridos por um valor, como se fossem um objeto qualquer, e passavam a ser propriedades daqueles que os compravam. Nesse caso, estão enquadrados os verdadeiros servos do Senhor Jesus Cristo, pois foram comprados, não por di­nheiro, mas pelo Seu precioso sangue. Podemos compreender melhor quando o apóstolo Paulo diz: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” 1Co 6.20. Também o apóstolo João diz: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o Teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra” Ap 5.9,10. Quer dizer: o sangue do Senhor Jesus foi o preço para nos tirar da condição de escravos do inferno para a futura condição de reis e sacerdotes para Deus.
Segundo: Com imposição política. Nesse caso, os prisioneiros de guerra eram feitos escravos.
Terceiro: Por nascimento. Os filhos nascidos na casa de pais escravos, legalmente tornavam-se, automaticamente, escravos. A ideia aqui é que os filhos daqueles que têm servido ao Senhor Jesus venham servi-Lo também. O fato de muitos filhos de servos não estarem também na condi­ção de servos é porque a personalidade de seus pais não tem sido adequada a do servo bom e fiel. Quando o servo é bom e fiel, então, os seus filhos também serão servos, bons e fiéis.
Quarto: Como restituição. Se o ladrão não tivesse com que restituir o roubo e pagar seus danos, ele podia ser vendido como escravo.
Quinto: Por falta de fundo para pagar a dívida. A pessoa que não tinha com que pagar a sua dívida era forçada a vender os filhos como escravos ou então os filhos eram confiscados pelo credor. O próprio devedor falido, bem como a sua esposa e filhos, comumente se tornavam es­cravos do credor. O importante é que a dívida tinha que ser paga, não importando o sacrifício que teria que ser feito para isso. O caso da viúva que veio até o profeta Eliseu é um exemplo disso (2 Reis 4). De acordo com a lei mosaica, um escravo hebreu precisava trabalhar por 6 anos para ter direito a sua liberdade. E, então, o seu senhor era obrigado a lhe dar alguma recompensa para que ele pudesse dar início à vida por seus próprios meios.
Sexto: Por auto-venda. Uma pessoa poderia vender-se, voluntariamente, à escravidão, a fim de escapar à miséria. E mesmo assim, após 6 anos, ela poderia se redimir. Nesse caso, ela não poderia sair de mãos vazias, pois o seu senhor tinha que lhe dar alguma compensação. Muitos se têm proposto a servir ao Senhor Jesus apenas para fugir da vida miserável em que vivem, ou do lago de fogo eterno. Entretanto, algum tempo mais tarde, se redimem da sua servidão ao Senhor Jesus e buscam na lei do mundo o direito de algumas migalhas para começar a viver livremente.
Sétimo: Por meio do rapto. Na lei de Moisés, raptar uma pessoa e reduzi-la à escravidão era uma ofensa punida com a morte. Os irmãos de José se tornaram culpados desse crime e, por isso mesmo, temeram muito as consequências.
Qualquer que fosse a condição da aquisição do servo, comprado ou como cativo prisioneiro de guerra, ele não tinha nenhum direito, somente obrigações. Ora, isso incluía salários ou qual­quer tipo de recompensa. Os senhores lhes davam comida, água e tempo para  dormir, apenas com o intuito de recompor suas forças para o trabalho diário. No mais, era só servir. Não havia determinada hora limite de trabalho; ele tinha que estar disponível para servir ao Senhor a todo e qualquer momento.
Jesus só é Senhor dos que lhe servem.
Blog Bispo Macedo

domingo, 14 de julho de 2013

OS DOIS SENHORES

Existem dois senhores. A quem você tem servido? Deus ou a si próprio?

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamom.” Mateus 6:24

Quando se serve a si próprio, haverá sempre o predomínio do meu eu, minha vontade, meu dinheiro, meus bens, meu marido, minha esposa, minha família, meu filho, meu neto, meus desejos, meus sonhos, minha carne, cuidar da minha vida, etc. E nunca o predomínio da vontade de Deus.

O senhor de si próprio coloca como prioridade suas vontades, seus desejos, seus anseios. Ele sempre possui um grande desejo por alguma coisa ou alguém, mesmo sabendo que esse desejo, ou esse alguém, não será bom para si. Ele está ciente que vai prejudicar a sua vida física e espiritual. Podemos citar como exemplos um casamento com uma pessoa que não professa a mesma fé, como também a ganância por bens e dinheiro. Quando muitos, por causa da ambição, se tornam indiferentes com as coisas de Deus.

Há outros que um dia serviram a Deus, mas passaram a servir a si próprio deixando de ter interesse pela leitura da bíblia e de participar das reuniões. Antes, compareciam com regularidade à igreja, desempenhavam suas funções com dedicação, eram pessoas aplicadas no seu serviço a Deus, mas passaram a se tornar desinteressadas e relaxadas com as coisas de Deus.

Quando você abre mão de si próprio, coloca tudo no Altar, deixando Deus ser o Senhor da sua vida, agindo a fé e se lançando, fazendo sempre a vontade de Deus, tudo na sua vida passa a ser diferente e se cumpre o que está escrito:

 “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9


sábado, 13 de julho de 2013

DÚVIDA PROS INFERNOS!

A exemplo de Deus, o diabo também trabalha com a palavra. Palavra ou pensamentos de dúvida que geram medos e preocupações. Diante disso, o sistema emocional é abalado e as atitudes seguintes são sempre comprometedoras.  E é justamente essa a química do inferno para matar, roubar e destruir.

Não há remédio eficaz para combater esse tipo de ataque, senão firmar os pensamentos nas Promessas Divinas e reagir. Tal reação tem de ser imediata na própria mente com pensamentos calcados na Palavra. Esse contra-ataque da fé combinada com boa dose de confiança e perseverança vai fazê-lo fugir. Isso significa sujeitar-se a Deus e resistir ao diabo. Tiago 4.7
Boa música, bons conselhos, palavra de conforto, entretenimento ou coisa semelhante funcionam como aspirina. Alivia, mas não resolve. Há que se usar a mesma tática de nosso Senhor quando resistiu ao “conselho” emotivo de Pedro, dizendo: Arreda, Satanás! Mateus 16.23
Blog Bispo Macedo

ShareThis