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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

FÉ E EQUILÍBRIO

Reunião realizada com obreiras de todo País alerta quanto a importância de ter a medicina como uma aliada da fé


Por Jeane Vidal / Fotos: Renato Lelles
clea.vidal@arcauniversal.com

Dor de cabeça constante, tristeza, angústia, calafrios, arrepios, depressão, insônia, nervosismo.

Sintomas de possessão? Não necessariamente.
É fato que todas as pessoas com problemas espirituais apresentam alguma enfermidade. Mas é importante frisar que nem todas as pessoas enfermas têm problemas espirituais.

Para esclarecer dúvidas como essa, é que, neste domingo (4), foi realizada na Universal da Avenida João Dias (zona sul da capital paulista), com videoconferência para todo o País, uma reunião com todas as obreiras, a fim de conscientizá-las da importância de ter a medicina como aliada da fé.
É comum muitas mulheres apresentarem um ou mais desses sintomas e, por conta disso, pensarem que não estão bem espiritualmente, quando, na verdade, estão apenas passando por uma fase de transformação do corpo. Os sintomas descritos acima são comuns em mulheres que sofrem com as alterações hormonais, que acontecem principalmente nos períodos que antecedem o ciclo menstrual - a famosa tensão pré-menstrual (TPM) - ou na menopausa.

Entretanto, todos esses sintomas podem ser amenizados e tratados de forma adequada, por isso é extremamente importante que a pessoa procure ajuda especializada.
Procure um médico
A pastora Marilene da Silva (Foto acima), esposa do bispo João Batista, sabe bem o que é isso. Ela teve que lidar com todos esses sintomas, e se não fosse a ajuda da medicina, teria sido muito pior.

Marilene conta que quando todos estavam com frio, por exemplo, ela estava suando, tamanho era o calor que sentia. Isso sem contar uma tristeza profunda que surgia do nada. Uma angústia enorme se apoderava dela, a ponto de pensar que estava fraca espiritualmente.
Ela não é a primeira e nem será a última a passar por isso. Assim como ela, muitas mulheres têm procurado ajuda espiritual para um problema que na verdade é físico e, portanto, precisa de acompanhamento médico, e não espiritual.

"Os sintomas são muito parecidos, a gente tem esses momentos de tristeza, aquele aperto no peito, vontade de chorar e não sabe por que", ressalta a pastora.  "É importante que vocês saibam disso porque muitas mulheres têm vergonha de dizer essas coisas, pois têm certeza que é um mal espiritual, então, ficam quietas. E quando nós orientamos e dizemos que na verdade elas estão passando por uma fase de transformação no corpo, elas se sentem aliviadas", explicou.
A pediatra Eunice Harue Higuchi (Foto acima),  que também estava presente na palestra, esclareceu que são vários os fatores que favorecem essas alterações. "Existe a parte genética. É muito importante levar em conta o histórico familiar. Não é só depois dos 40, 45 anos que há alterações hormonais, uma jovem de 25 anos também pode sofrer com as alterações neuro-bioquímicas, que ocorrem durante o mês, devido ao ciclo menstrual, e que afetam o psicológico", explicou a médica.

Além da questão psicológica, todas essas alterações hormonais também provocam ressecamento da pele, do cabelo, acumulação de gordura e inchaço. Por isso a importância de cuidar da saúde, fazer atividade física e ter uma alimentação saudável desde a juventude.

Eunice destaca que é preciso fazer os exames preventivos anualmente, a fim de descobrir previamente qualquer tipo de doença. Quando a doença é diagnosticada logo no início, ela tem cura.
"É lógico que nós não estamos aqui dizendo que você tem que desprezar sua fé", enfatizou a palestrante Fátima Bassinin (Foto acima).  "Você tem que usar a sua fé sim, diante de qualquer situação. Mas qual o problema de você procurar a ajuda de um especialista?"

O segredo está no equilíbrio. "Nós temos corpo, alma e espírito, e todas essas partes precisam de cuidados. O senhor Jesus era equilibrado, não era fanático, Ele descansava, caminhava na areia, tinha uma alimentação saudável. Podemos comprovar isso em diversas passagens bíblicas", lembrou Fátima.

"Quanto mais você se cuida, mais você terá uma velhice plena, com saúde. A medicina também foi dada aos homens por Deus", ressalta a médica.
Fátima chama atenção de todas para a recomendação do apóstolo Paulo aos Coríntios:

"Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus." 1 Coríntios 6:20

"Todo desequilíbrio é ruim. O mesmo Deus que fala para a gente cuidar do corpo não aprova a vaidade; o mesmo Deus que fala para a gente comer de tudo que está na mesa condena a glutonaria. Não é contraditório, é uma questão de equilíbrio. Deus é extremamente equilibrado. Então, tudo o que você faz que não é movido por um equilíbrio não tem Deus. Não adianta você querer ser demasiadamente espiritual e esquecer do seu corpo, assim como não adianta você cuidar do seu corpo e esquecer o seu espiritual. Os dois têm que andar juntos", finalizou a palestrante Fátima.

O VELHO SÁBIO REI

Conta-se de um rei bondoso e sábio que se encontrava no final de sua vida. Um dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu-lhe dizendo: “Quando fores rei, leve sempre contigo este anel. Nele está uma inscrição. Quando passares por momentos difíceis ou de glórias, retire o anel e leia o que nele está escrito.”

O velho sábio rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que seu pai lhe dera. Passado algum tempo, surgiram conflitos com o reino vizinho que culminaram numa grande guerra.
E num momento de grande angústia no aceso das batalhas, vendo mortos e muitos feridos caídos em meio ao rio de sangue, lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: "Isto também passará." E continuou a lutar com seu valente exército. Perdeu batalhas, venceu outras tantas, mas, ao final, saiu vitorioso.
Ao retornar para seu reino, entrou coberto dos lauréis da conquista e coroado de glórias, sendo aclamado por todos como o maior dos heróis. Nesse momento, ele se lembrou de seu velho e querido pai. Tirou o anel e novamente leu: "Isto também passará."
Como é importante administrar com sabedoria os momentos de dor e os momentos de glória. No furor dos embates da vida é primordial ter a certeza que a nossa tribulação é leve e momentânea, isto é, não dura para sempre.
Blog Bispo Macedo

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

Depois de quase trinta anos casado, podemos dizer sem dúvidas que um casamento não se da no momento em que o pastor faz a cerimônia, no momento em que os futuros cônjuges declaram que serão fieis um ao outro até que a morte os separe, na tristeza e na alegria, na doença ou na saúde e etc. 

O casamento se da no decorrer dos dias, meses e anos que o casal vai enfrentando as lutas e desafios que o mundo se nos apresenta, havendo uma comunhão íntima e pessoal desse casal, a dificuldade, as experiências e as fazes da vida, vão sendo nutrientes para que esse relacionamento fique cada vez mais sólido.

Assim é o nosso casamento com Deus, esse relacionamento não se da no momento em que se chega ao altar e entrega sua vida ao Senhor, e sim quando veem as tribulações, as adversidades, as más notícias que tenta nos desestabilizar, quando vêm “CILADAS DO DIABO" que Paulo fala aos Efésios, o qual só pode ser resistido quando estamos revestidos da armadura de Deus.

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; Efésios 6:10-11

Muitas vezes Deus permite que passemos por tribulações, decepções e experiências pessoais para que possamos sentir na pele o que muitos que chegam à IURD diariamente passam, já ouviu esse dito popular, PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO? Pois é, e quando é você obreiro (a) que esta passando? Como você reage? Será que você coloca em pratica em sua vida as palavras que você usa para fortalecer aos outros? Ou você se enfraquece se entregando e aceitando o problema vigente?

Eis que tens ensinado a muitos e tens fortalecido mãos fracas. As tuas palavras têm sustentado aos que tropeçavam, e os joelhos vacilantes tens fortificado. Mas agora, em chegando a tua vez, tu te enfadas; sendo tu atingido, te perturbas. Porventura, não é o teu temor de Deus aquilo em que confias, e a tua esperança, a retidão dos teus caminhos? Jó 4:3-6

Se você esta passando por momentos difíceis, lutas, tribulações, adversidade, sejam quais forem levante sua cabeça sacode a poeira e vamos para guerra, saiba que:

Isaías 41:10
...não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Isaías 41:10-13
                        
Deus os abençoe

Bispo Sergio Correa

PALAVRAS QUE EDIFICAM!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O TAMANHO DA FÉ

Jesus censurou apequena fé dos discípulos quando em meio à tempestade (Mateus 8.26). Outra vez, quando lhes faltou fé para libertar um menino, Ele lhes disse: … se tiverdes fé como um grão de mostarda… Nada vos será impossível.Mateus 17.20

Como medir a fé? Que tamanho de fé é preciso para realizar meus sonhos ou conquistar as promessas Divinas?
O Senhor relacionou o tamanho da fé ao grão de mostarda porque, entre os rabinos, o grão de mostarda era um exemplo comum para qualquer coisa muito pequena. O grão de mostarda é do tamanho da ponta de um fio de cabelo. Porém, quando árvore, alcança até cinco metros de altura.
O ato de fé agrada a Deus. Ao observar a viúva depositar tudo o que lhe restava no altar, Jesus considerou sua oferta maior do que todas as demais juntas.
Quantidade não é sinônimo de qualidade. Isso se aplica, em especial, à fé. Os ricos depositaram as sobras do que tinham e isso significava a sobra de fé que tinham.
Mas a viúva, do seu sustento, deu tudo. Ou seja, acionou toda sua fé na provisão Divina; todo seu sustento ficaria por conta exclusiva do Altíssimo.
Essa é a qualidade de fé que atrai a atenção Divina e aponta o seu tamanho.
A medida de fé de cada um está diretamente relacionada à dedicação de sua vida a Deus, porque fé é atitude de dependência total de Deus. Quanto maior a dependência, maior é a fé. Quanto menor a dependência, menor a fé. A incredulidade significa independência de Deus. Quanto maior a independência Divina, maior a incredulidade.
Blog Bispo Macedo

88 - Como sei se sou filho de Deus?

PAPO DE ADOLESCENTE!!!

domingo, 4 de agosto de 2013

OS ARTEFATOS DO TEMPLO E SEUS SIGNIFICADOS

Com a mesma simbologia dos objetos do Tabernáculo, a mobília e os utensílios do grande templo construído por Salomão eram repletos de analogias sagradas
O templo erguido para Deus por Salomão, assim como o que o sucedeu, foram feitos com o intuito de substituir o Tabernáculo. Basicamente, seguiam o mesmo planejamento dado pelo Senhor a Moisés para a grande tenda que acompanhava o povo de Israel pelo deserto. Tinha praticamente a mesma mobília cerimonial básica e quase os mesmos artefatos, com os mesmos significados.
Veremos aqui alguns dos principais elementos dos templos de Jerusalém e seus respectivos significados:
O altar de sacrifícios – Logo que se entrava no pátio externo do templo, após as muralhas, era encontrado o grande altar em que se sacrificavam os animais ofertados a Deus. Eles eram o símbolo dos pecados e morriam em expiação por eles. Só podiam ser abatidos animais em perfeitas condições, geralmente os melhores entre os melhores dos rebanhos. Queimados, produziam fumaça que subia aos céus como “cheiro suave” ao Senhor (Êxodo 29.25), significando estar o fiel livre dos pecados, o que agradava a Deus.

O “mar de bronze” – Também chamado “mar de fundição” (I Reis 7.23-40), era um grande reservatório de água

 que ficava ao lado do altar de sacrifícios. Com a mesma simbologia da antiga pia do Tabernáculo, em sua água eram lavados os pecados, com um forte significado de purificação (na forma do sangue e qualquer outro resíduo que ficasse nas mãos e pés dos sacerdotes). O reservatório, redondo, ficava sobre doze bois esculpidos em bronze que, em grupos de três, tinham suas cabeças voltadas para os quatro pontos cardeais. No mar de bronze eram abastecidas dez pias móveis, sobre rodas, que eram espalhadas pelo pátio externo, cinco de cada lado do templo.

As duas colunas – Ao lado do pórtico principal do templo ficavam duas colunas de bronze que iam quase até o teto, nomeadas Jaquin e Boaz por seu realizador, Hirão Abiff, enviado pelo rei de Tiro, seu homônimo, Hirão, com os arquitetos e artífices que trabalhariam na obra do templo (I Reis 7.13-22). Reconhecido artesão do bronze, Abiff teria homenageado os reis Davi e Salomão com os dois pilares, segundo alguns crentes. Para os judeus, são pilares simbólicos muito importantes para a vida com Deus: Jaquin simbolizando a sabedoria e Boaz a inteligência (ambos atributos de Salomão que o faziam famoso em todo o mundo conhecido da época).

A mesa dos pães – A exemplo da mesa dos pães do Tabernáculo, o grande templo também tinha a sua, na mesma 

posição, à direita de quem entrava no Lugar Santo. Com doze pães ázimos empilhados em duas colunas de seis, a mesa da proposição simbolizava o alimento que vem de Deus, bem como o alimento espiritual de sua palavra. Hoje sabemos que era um dos vários símbolos alusivos a Jesus Cristo, que se referiu a ele mesmo como sendo o “pão da vida” (João 6.35), mesmo que na época os construtores do templo não soubessem disso.

Os menorás – O menorá, grande candelabro de ouro com sete lâmpadas a óleo, era somente um no Tabernáculo. No grande templo de Salomão, o número aumentou para dez, em duas colunas de cinco ladeando o santo lugar (I Reis 7.49). Além da evidente utilidade de iluminar o ambiente, simbolizava a presença de Deus no local. Além disso, suas lâmpadas eram alimentadas com óleo, simbolizando a unção de Deus sobre nossas vidas. A luz simbolizava também a própria Palavra, a verdadeira iluminação para a vida, orientando o caminho para o Senhor.

Altar de incenso – No altar que ficava no fim do Santo Lugar, o oráculo (I Reis 7.49), eram colocados os incensos, 

cujos aromas de especiarias e outros perfumes dominavam o cômodo. Uma simbologia bastante forte para as súplicas, que novamente nos levam à figura do cheiro agradável que sobe aos céus em direção ao Senhor. Ali os sacerdotes dirigiam suas súplicas e a de seus fiéis, já que eram como intermediários entre o povo e Deus. Hoje, graças ao sacrifício supremo de Cristo, falamos diretamente ao Pai.

O Véu – Separando o Santo Lugar do Santo dos Santos havia um véu, uma grande cortina com dois querubins bordados que era a única barreira. Somente o sumo-sacerdote entrava por ele para conversar com Deus diretamente. O simbolismo do véu é forte: embora seja um material frágil, a única coisa que impedia outros sacerdotes de entrar ali era o respeito e o temor a Deus. Também era um obstáculo à visão. Os sacerdotes comuns, bem como o povo, ali não entravam. Mas por meio da oração que o sumo-sacerdote levava, todos tinham seu acesso indireto ao pai. Um obstáculo frágil, fácil de ser transposto para chegarmos a Deus, bastando para isso orar (Marcos 15.38).

A Arca da Aliança – A Arca da Aliança, após muitos anos habitando no Tabernáculo, foi depositada no Santo dos Santos do grande templo de Salomão. Objeto sagrado somente tocado pelos sacerdotes e nunca por uma pessoa comum

 do povo, encerrava outros objetos com imenso significado sagrado: as tábuas dos Dez Mandamentos que Moisés lavrara orientado por Deus (a Palavra), um bocado do maná que foi dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão de Deus) e a vara de Arão que florescera (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém). Sobre a Arca estava o Propiciatório, a tampa do grande baú, com duas imagens de querubins voltadas uma para a outra com as asas esticadas. Entre os anjos dourados, o sumo-sacerdote deveria focalizar a presença de Deus, que falava a ele (Êxodo 25.10-22).

Por Marcelo Cypriano
Da redação do Arca Universal

Blog Bispo Macedo

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